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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Indignação - Ruy Barbosa por Rolando Boldrin. "Hoje, possível sentimento de mais um Barbosa"









Ruy Barbosa  1849-
1923






Uma de suas frases mais   famosa
  

"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto".






Ruy Barbosa de Oliveira foi um polímatabrasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador. Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi um dos organizadores da República e coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Morais. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais. Primeiro Ministro da Fazenda do novo regime, sua breve e discutida gestão foi marcada pela crise do encilhamento sob a proposição de reformas modernizadoras da economia. Destacou-se, também, como jornalista e advogado.
Foi deputado, senador, ministro. Em duas ocasiões, foi candidato à Presidência da República. Empreendeu a Campanha Civilista contra o candidato militar Hermes da Fonseca. Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, sendo presidente entre 1908 e 1919.
Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos estados. Sua atuação nessa conferência lhe rendeu o apelido de "A Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio, que recusou.
A liberdade não é um luxo dos tempos de bonança; é o maior elemento da estabilidade.

Nascido em 05 de novembro de 1849, Salvador Bahia.Morte01 de março de 1923, Petrópoles RJ
Fonte:Wikipédia 
  
O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa (Foto: Nelson Júnior / STF)

 



Hoje, mais um Barbosa indignado!
E a nação passiva, inerte!

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