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sábado, 23 de agosto de 2014

Execução de jornalista é 'ataque terrorista', diz conselheiro de Obama

EUA consideram atacar jihadistas fora do Iraque (Reprodução)
A execução do jornalista americano James Foley por jihadistas do grupo Estado Islâmico representa um "ataque terrorista" contra os Estados Unidos, afirmou nesta sexta (22) o conselheiro adjunto de Segurança Nacional do presidente Barack Obama, Ben Rhodes, três dias após a publicação de um vídeo de sua decapitação no Iraque, informa a agência France Presse.
A Casa Branca disse nesta sexta que os Estados Unidos estão prontos para tomar ações adicionais contra os combatentes do Estado Islâmico e que não vão se restringir à fronteira do Iraque com a Síria. Autoridades consideram lançar ataques contra posições na Síria.
Os EUA realizam ataques aéreos contra posições de combatentes do EI no Iraque. No entando, James Foley foi morto na Síria, por radicais do mesmo grupo.
A Casa Branca também reafirmou que o governo dos Estados Unidos se opõe ao pagamento de resgate para obter a libertação de reféns de "organizações terroristas" por considerar que esta "não é uma boa política".
Autoridades norte-americanas tentaram resgatar reféns dos EUA nas mãos do EI, mas a operação falhou. Rhodes também disse que os EUA estão fazendo, e continuarão a fazer, qualquer coisa que puderem para resgatar americanos detidos pelo grupo na região.
O secretário de Justiça dos Estados Unidos, Eric Holder, anunciou nesta quinta que seu departamento deu início a uma "investigação criminal" para apurar o assassinato do jornalista americano James Foley, de 40 anos, que trabalhava na Síria para o site de notícias Global Post.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou duramente nesta sexta "o hediondo e covarde" assassinato do jornalista James Foley pelos jihadistas do Estado Islâmico.
Em um comunicado aprovado por unanimidade, os 15 membros do Conselho exigiram a imediata libertação de todos os reféns em poder dos extremistas islâmicos.

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