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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

EI: SITUAÇÃO CAÓTICA


O primeiro-ministro britânico, David Cameron, indicou nesta quinta-feira que o Reino Unido poderia atacar o Estado Islâmico dentro da Síria sem pedir permissão ao governo de Bashar al-Assad, o qual chamou de ilegítimo. Ele sugeriu que, sob a lei internacional, o Ocidente não precisa do aval de Assad para atacar o grupo extremista dentro das fronteiras sírias.
O primeiro-ministro, falando em entrevistas antes de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também revelou que queria fazer mais para armar os curdos no Iraque, além de treinar alguns de seus batalhões para que possam defender grupos minoritários ameaçados pelo Estado Islâmico. A declaração foi feita no início da reunião de cúpula da Otan no País de Gales, cuja principal pauta é a crise na Ucrânia e a ameaça do Estado Islâmico, no encontro mais importante da aliança militar atlântica na última década. Cameron voltou a dizer que o grupo extremista, que declarou a criação de um califado nas áreas ocupadas na Síria e no Iraque, representava uma ameaça direta para o Reino Unido e que as decisões sobre ataques seriam tomadas se fossem de interesse nacional.

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