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domingo, 21 de setembro de 2014

Rio: Mães de desaparecidos esperam por DNA de mais de 200 ossadas

Entre 2000 e 2009, 213 ossadas foram encontradas no Rio de Janeiro. Os dados da CPI de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes da Câmara dos Deputados, concluída em
Gisela Andrade saiu do colégio em 2010 e desapareceu (Foto: Divulgação)
Gisela saiu do colégio em 2010 
e desapareceu.
(Foto: Divulgação)
junho de 2014, deixam mães e parentes de crianças desaparecidas à espera de novas informações. Em meio ao clamor por notícias, a Polícia Civil inaugura nesta segunda-feira (22) a Delegacia de Paradeiro de Desaparecidos, ampliando a seção de Desaparecidos, que já funcionava na Delegacia de Homicídios da capital. Entre as primeiras ações, está prevista a realização de exames para comparar ossos achados com material genético de familiares.
Thaís Barros desapareceu na Vila Kennedy em 2002 (Foto: Divulgação)
Thaís desapareceu na Vila 
Kennedy em 2002
(Foto: Arquivo pessoal)
A decisão de fazer exames de DNA em ossadas encontradas entre 2000 e 2009 foi feita após sugestão da CPI.
Segundo o relatório final, o Rio possui um déficit de 48 conselhos tutelares. De acordo com o Conselho Nacional de Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a recomendação é de um Conselho Tutelar para cada 100 mil habitantes. O relatório afirma ainda que é necessário criar Varas da Infância e Juventude especializadas em crimes contra crianças e adolescentes, “visto que as existentes não estão dando conta de todos os processos, o que causa lentidão na tramitação e em consequência a impunidade”.
Fonte:http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/09/maes-de-desaparecidos-esperam-por-dna-de-mais-de-200-ossadas-no-rio.html

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