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sábado, 4 de outubro de 2014

Cidade na fronteira da Síria segue sob cerco do Estado Islâmico

Curdos turcos e sírios derrubam parte de cerca na fronteira entre os dois países, perto da cidade de Suruc, na Turquia. Desde o início do ataque do Estado Islâmico iniciou à cidade de Kobani, na Síria, mais de 140 mil curdos já cruzaram a fronteira (Foto: Murad Sezer/Reuters)
(Foto: Murad Sezer/Reuters)
Neste sábado, as forças do Estado Islâmico bombardearam Kobane, na fronteira da Síria, e os defensores curdos disseram que esperam um novo ataque para tentar capturar a cidade.
Aviões de guerra liderada pelos Estados Unidos atingiram alvos do Estado Islâmico durante a noite para deter o avanço dos insurgentes.
Ataques aéreos anteriores da coalizão não conseguiram parar a ofensiva insurgente e um número estimado de 180 mil pessoas fugiram pela fronteira para a Turquia para escapar do combate em torno Kobane.
O Estado Islâmico disse que vai tomar a cidade em poucos dias e que rezará em suas mesquitas durante o festival religioso muçulmano de Eid al-Adha, que começou neste sábado.
Em Istambul, o presidente turco, Tayyip Erdogan, reagiu com irritação aos comentários do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, sugerindo que a Turquia havia apoiado grupos na Síria ligados à Al Qaeda.
A Turquia tem sido até agora um parceiro relutante da coalizão de países ocidentais e aliados regionais, liderada pelos EUA, e o novo embate poderá complicar os esforços internacionais para apresentar uma frente unida contra o Estado Islâmico.
Os insurgentes intensificaram sua ofensiva perto da fronteira com a Turquia no mês passado, apoderando-se de aldeias vizinhas e avançando alguns quilômetros adentro de Kobane. Sua captura permitiria ao Estado Islâmico consolidar seu domínio sobre faixas de território na Síria e no Iraque.

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