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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Aedes aegypti representa risco em 125 municípios do país. Recife está em situação de alerta

O Ministério da Saúde atualizou para 125 o número de municípios do Brasil risco alto de registrar infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. O número anterior, divulgado na semana passada, era de 117 municípios. De acordo com a pasta, nessas cidades foram encontrados focos do mosquito em quatro de cada cem casas visitadas.
As informações integram o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes Aegypti (LIRAa), feito em outubro, que analisou a existência de locais com larvas em 1.524 cidades. Seu objetivo é apontar as regiões com maior risco de transmissão das doenças.
De acordo com o levantamento, Rio Branco é a única capital em situação de risco, com índice de 4,2. São dez as capitais que apresentaram situação de alerta (Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju, Belém e Porto Velho) e outras 11 estão com índices satisfatórios (Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá, Teresina e João Pessoa). Cinco capitais (Boa Vista, Manaus, Palmas, Fortaleza e Salvador) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa.
No ano passado, o LIRAa apontou 159 municípios em situação de risco e 539 em alerta. Até 25 de outubro, foram diagnosticados 824 casos da febre no país. O primeiro foi confirmado em setembro. Já os casos de dengue somam 556.317 este ano.
Neste ano, 379 pessoas morreram por dengue no país, segundo o Ministério da Saúde. Em 2013, foram 646 óbitos.
De acordo com a pasta, o estudo é importante para reduzir a transmissão durante o verão, que é a estação mais propícia, já que a combinação de chuva e calor é ideal para a procriação do Aedes aegypti.

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