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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Comandante prende soldado por rir durante reunião e moradores fazem “vaquinha” para tirá-lo da cadeia


Na manhã da última sexta-feira (21) o soldado Sandro recebeu voz de prisão do comandante, o Capitão José Roberto de Souza, quando participava de uma reunião em Bataguassu – MS, que discutia uma denúncia feita por uma moradora da cidade em que questionava o não atendimento da PM a seu filho, um dependente de álcool que teria que ser preso e  levado para uma clínica para tratamento.
A atitude do comandante em prender o policial revoltou os militares da corporação e grande parte da população que juntos, fizeram uma “vaquinha” para pagar um advogado e libertar Sandro que continua preso. O Soldado Sandro está na Policia Militar há 06 (seis) anos e em sua ficha disciplinar não consta nenhuma punição, apenas elogios. Os colegas afirmaram que o militar é um ótimo policial cumpridor dos seus deveres. Os amigos de serviço também disseram que Sandro é alegre e vive sorrindo, ainda que sem motivos aparente.
Policiais Militares lotados na 2ª Companhia de Bataguassu – MS denunciam abusos e arbitrariedades, que estariam sofrendo perseguições por parte do atual comandante o Capitão José Roberto de Souza, que já é chamado por eles – policiais –  comando do “J. Cadeia” que ordenou desarmar e algemar o policial por capricho.
A reportagem do TL Notícias viajou por 130 km até a cidade de Bataguassu, na divisa com o Estado de São Paulo para tentar entrevistar o comandante denunciado e os policiais daquela região.
O capitão José Roberto de Souza não foi encontrado e segundo os policiais daquela companhia, o capitão estaria em Nova Andradina-MS, onde reside. Alguns policiais falaram informalmente com o portal TL Notícias, mas não quiseram gravar entrevistas por temer represália por parte do comando.
Os militares também denunciam a reportagem que quando acontece qualquer reclamação no quartel, a equipe reclamada tem que cumprir escala extra, prejudicando desta forma a folga dos policiais que trabalham em uma escala de 24 horas de trabalho por 48 horas de folga.
Segundo eles, quem não acatar o chamado do comando para dar explicações, o capitão “manda” buscar o militar e o mantém preso.
Há um áudio com indícios que o comandante acreditou que o policial estava rindo durante sua fala, situação essa negado pelo Soldado. Consta no áudio também que o comandante ameaçou transferir alguns policiais, como também puni-los, dizendo inclusive que de agora em diante a tolerância para a tropa seria zero.

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