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domingo, 2 de novembro de 2014

Irã : Suposta violação de direitos humanos


O Irã defendeu seu histórico de direitos humanos na sexta-feira (31), na esteira de uma onda de críticas ocidentais pela execução de uma mulher que assassinou um homem que tentou estuprá-la.
Reyhaneh Jabbari foi enforcada no sábado na prisão de Evin, em Teerã, pelo assassinato. Os familiares do homem morto se recusaram a lhe conceder uma suspensão temporária da sentença dentro do prazo de dez dias estabelecido pela sharia, a lei islâmica, em vigor desde a Revolução Islâmica de 1979.
Larijani afirmou ter pedido que os parentes do morto perdoassem Jabbari e poupassem sua vida. “Infelizmente não conseguimos, talvez uma razão disso seja a imensa propaganda que se fez do caso. Em meu último encontro com o filho da vítima, pedi-lhe com muita humildade que perdoasse.
O devido processo legal e a independência do Judiciário do Irã estão sacramentados na constituição, afirmou Larijani. Funcionários judiciais e carcerários estão sendo instruídos a respeito dos direitos humanos.
Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, França e os Estados Unidos foram alguns dos que denunciaram as supostas violações de direitos humanos no Irã no debate, que é parte do exame do conselho da ONU sobre cada país-membro realizado a cada quatro anos.
 

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