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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Novo ministro da Fazenda fala em corte de despesas, mas sem pacotes

O ministro da Fazenda nomeado, Joaquim Levy, informou nesta quinta-feira (27) que a meta de superávit primário, a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, será de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) para todo o setor público consolidado (governo, estados e municípios) em 2015. Este ano, a meta fixada é de 1,9%.
Também foram confirmados os nomes de Nelson Barbosa como próximo ministro do Desenvolvimento, e a permanência de Alexandre Tombini no comando do Banco Central.
Em 2016 e 2017, segundo Levy, o esforço fiscal não será inferior a 2% do PIB – patamar registrado em 2013. "Alcançar essa meta será fundamental para o aumento da confiança na economia brasileira", declarou Levy a jornalistas no Palácio do Planalto. Para atingir essas metas, ele informou que algumas medidas que vêm sendo discutidas são de diminuição de despesas. Entretanto, acrescentou que as medidas serão  "sem pacotes, sem nenhuma surpresa".
Questionado por jornalistas, o próximo ministro declarou  ter autonomia para implementar as medidas. A autonomia está dada. O objetivo é claro. Os meios a gente conhece. Acho que há o suficiente grau de entendimento dentro da própria equipe e maturidade.

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