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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Descaso no Hospital Agamenom Magalhães. O SUS dos brasilerios

Os problemas começam  na calçada. Esgoto a céu aberto, mau cheiro  na entrada do estacionamento. Água suja jorrando adiante. 
No pátio, dezenas de pessoas, entre pacientes vindos do interior e parentes de internados que ficam deitados em bancos e no chão. 
Dentro, um corredor estreito, entupido de macas. Pacientes há dias esperando por um leito, alguns aguardando sentados por falta de um lugar para deitar. Familiares revoltados com o cenário de superlotação e descaso. 
Esta situação encontrada na manhã de segunda-feira (9) na emergência geral do Hospital Agamenon Magalhães (HAM), em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, denunciada e veiculada no Bom Dia Pernambuco da terça-feira (10), é rotina.

Na emergência, o caos. Na área amarela, é difícil se locomover pelo corredor. São mais de 10 macas espalhadas, de um lado e do outro, algumas colocadas no chão.  No setor laranja, o mesmo quadro. Os acompanhantes  obrigados a ficar em cadeiras.  O setor de nebulização também se transformam em estacionamento de macas. 

Idosos
com quadro de infecção ficam dias numa cadeira esperando que se esvazie um leito ou que se consiga uma maca.

A diretora do Hospital Agamenon Magalhães, Cláudia Miranda, reconheceu a superlotação e enumerou justificativas. 


Os brasileiros sabem que o Sistema ùnico de Saúde poderia funcionar muito bem se os responsáveis pelo zelo, não fizessem de tudo para sucatear o sistema como pretexto para privitizar.


Laudicéa

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