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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Greve na saúde em Goiânia continua sem acordo



A reunião mediada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) entre a prefeitura de Goiânia e os sindicatos dos servidores da saúde para negociar o fim da greve terminou sem acordo nesta segunda-feira (20). A categoria pede melhorias nas condições de trabalho e manutenção de benefícios trabalhistas. Entretanto, a administração afirma que só vai atender um dos pontos: a manutenção na porcentagem do quinquênio.

Os servidores iniciaram a paralisação no último dia 13. Além deles, funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), dentistas e auxiliares de consultório também aderiram ao movimento. Por lei, é necessário manter, pelo menos, 30% dos servidores em serviço, além de atender todos os casos de urgência e emergência. O promotor do MP que cuida da área da saúde, Érico de Pina Cabral, exigiu que os grevistas cumpram a lei e não deixem passar nenhum caso grave. 

Para os grevistas, a proposta da prefeitura não atende às principais reivindicações dos servidores. "Quanto mais tempo ela se nega a apresentar [propostas] para a gente, mais tempo a greve continuar", disse o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Goiás (Simego), Rafael Martinez.

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