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domingo, 2 de agosto de 2015

FEIRA NOVA-PE: SAÚDE ENFERMA




A cidade de Feira Nova distante 77 km da capital, com 21.579 habitantes, tem como atividade principal a produção de farinha de mandioca, além de comércio diversos.

Na saúde existe uma precariedade, tendo em vista que, apesar de ter um hospital geral, a maternidade encontra-se sem funcionamento e as gestantes são transferidas para cidades vizinhas e área metropolitana do Recife. 

Há 07 Unidades de Saúde da Família, porém segundo informações colhidas, ao menos uma encontra-se sem médico há 04 meses. O último concurso data de aproximadamente 07 anos, prejudicando o atendimento a população.

Mesmo constando no CNES (Cadastro Nacional de estabelecimento de Saúde) uma sala de atendimento com Classificação de Risco, essa atribuição fica a critério de um técnico de enfermagem que, enquanto os pacientes se aglomeram no corredor, se ocupa em preencher ficha de produção por falta de burocrático.

Fala-se que existe um Sindicato Geral que abrange esses profissionais, porém a valorização desses trabalhadores está distante do reconhecimento. Os mesmos recebem um valor irrisório de gratificação SUS e ainda não tem acesso a gratificação do adicional de insalubridade.

De acordo com relatos,  quem tenta se qualificar não tem apoio para sair uma hora mais cedo como reza a lei, mesmo se propondo a pagar as horas devidas.

Observado por 40 minutos a  rotina do atendimento, foi possível notar a inquietação da enfermeira no corredor e recepção, perguntando aos pacientes se estavam bem e insistindo no telefone o que parecia ser um apelo ao médico para que viesse atender aos pacientes.

COREN E SEEPE FISCALIZEM!!


Laudicéa

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