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domingo, 2 de agosto de 2015

PE: ESTADO NEGLIGENCIA COM A SAÚDE

Uma profissional de enfermagem, com 20 anos de efetivo serviço, sendo 17 em setor fechado, ao perceber lapsos de memória no serviço, se auto-questionando se havia ou não administrado a medicação dos pacientes, inclusive no caso de antibióticos - o que exige rigor no tratamento, além de outros cuidados na higiene. A mesma, por vezes se via trocando ou asseando  o mesmo paciente e só depois notava que já havia feito o procedimento, se preocupou
quando, em casa, os familiares começaram a reclamar de alguns descuidos como: Deixar o fogão acesso e achar que colocou a chaleira no fogo, colocar apenas a água quente na garrafa e oferecer café para a família na certeza que coou o pó, etc.

Mesmo se policiando, a mesma percebeu que a dúvida sempre mexia com sua mente e a deixava frustrada e irritada, além de sentir muito medo de colocar em risco a  vida dos pacientes aos seus cuidados, então resolveu procurar um psiquiatra que lhe receitou medicações (Zolpidem 10mg e Sertralina 50mg)  e sugeriu mudança de função e horário.

Veja :



Ao apresentar a declaração no Hospital Getúlio Vargas, a enfermeira, muito cuidadosa, logo a afastou da UTI e do horário noturno, porém de modo provisório, e informou que a mesma só poderia ficar com desvio de função definitiva se a Junta Médica recomendasse.

Após uma espera de 04 meses, a profissional (paciente), se dirigiu à Junta. A médica que lhe atendeu disse que só a manteria afastada por um período de 01 ano, após isso, a mesma deveria voltar à atividade normal, tendo em vista ser muito jovem.

Veja a declaração da Junta do SASSEPE



A psiquiatra, após sua recomendação assinada e carimbada e a paciente que procurou ajuda, se isenta  de qualquer dano que a profissional venha a cometer no exercício de sua função em razão do seu problema de saúde, considerando que a mesma trabalhou 36h de plantão durante todos esses anos. A paciente não dirige mais e também não anda só.

Como o COREN normalmente é quem atira a primeira pedra quando o profissional comete erro, foi solicitada a publicação dessa matéria para ciência de todos, mesmo porque não é um caso isolado. Fala-se de uma outra profissional do mesmo hospital que trabalha de muletas. Isto é in-crí-vel!


COREN, fiscalize!!



Laudicéa

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