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sábado, 10 de outubro de 2015

CAMARAGIBE: "MASSACRE" CONTRA O TRABALHADOR - RESUMO DO GOVERNO JORGE ALEXANDRE


Servidores da Saúde estiveram nesta sexta-feira (09) em frente ao Mercado Público de Camaragibe, panfletando e conscientizando a população da dificuldade instalada na cidade pela medida de austeridade implantada pelo atual prefeito Jorge Alexandre (PSDB).  Ele se apresenta como uma "versão piorada" do Robin Hood, e tira de quem não tem, para nada fazer por ninguém.



Os servidores prometem  mobilizações periódicas e panfletagem no centro e nos bairros até as próximas eleições, para que o povo não esqueça disso na hora de votar. Que realmente elejam representantes do povo e não do Gestor! 

O PSDB Nacional apresenta-se em horário político se dizendo penalizado com a situação do trabalhador brasileiro e criticando o PT e outros partidos, parecendo o "bom samaritano". Porém, nenhum prefeito dessa cidade prejudicou tanto os trabalhadores quanto um dos seus representantes. Há uma grande diferença entre o discurso e a prática!

No primeiro mês em  que assumiu, o prefeito foi logo retirando as passagens intermunicipais, que poucos servidores recebiam e das quais se valiam há mais de 15 anos, sob alegação de ILEGALIDADE!

Retirou também a gratificação das merendeiras. Retirou horas extras, impediu férias, licença prêmio e foi puxando o nó. Da Educação, foi retirado o difícil acesso e contestado o PCRM. A alegação é sempre de que as medidas servem para melhorar a situação da cidade e realizar ações do interesse de todos. 

Ocorre que há rumores do cúmulo da  ingerência. Camaragibe foi só regredindo: Serviços fechando, faltando medicação como nunca. Profissionais, equipamentos, etc. Os trabalhadores passaram a sentir o que era retaliação. Aos poliqueixosos, a medida era uma só:TRANSFERÊNCIA. A notificação era sempre de forma vexatória. Na presença de todos, para servir de exemplo!


Nos serviços, passou a ser comum  a presença de Gestapo, "polícia secreta", vigiando os trabalhadores. Tudo pelo "bem comum"!


O interessante é que, mesmo com tudo isso, jamais nenhum trabalhador ousaria sonhar com a extrema "ideia de jerico" que viria. O corte da gratificação SUS, percebida há mais de 20 anos e já contabilizada nas provisões mensais, até por que essa gratificação não fora instituída por pura bondade: Aconteceu como medida corretiva por conta da desvalorização salarial dos trabalhadores. Servia como incentivo e compensação. 

No primeiro ano de governo, não houve reajuste salarial. A culpa foi da implantação da Lei 505/12 (PCCV Geral).

No segundo ano de governo, o reajuste apenas imitou o percentual do salário mínimo, de 6.78%, ou seja, os profissionais de saúde tiveram um ganho de R$46,00 e perderam a gratificação de plantão no valor de R$245,00.

No terceiro ano de governo o reajuste foi menor. A média do reajuste nacional foi de 8.82%. O de Camaragibe, apenas 7.45%, dividido em 4 vezes. Dessa vez, os profissionais da saúde tiveram R$ 78,00 e perderam de R$ 370,00 até R$ 1.060. 

Enquanto isso, o prefeito, que primeiro retira do trabalhador para "economizar", resolve fazer um corte de 50%  em seu salário e no salário do vice-prefeito, por apenas 90 dias. Só que o corte nas vantagens do trabalhador é definitiva. Para a Gestão é provisória! 

E tem mais:  o vencimento do trabalhador foi reduzido antes mesmo de a lei do corte entrar em vigor!  

Eita prefeitura LEGAL!

Só sei que foi assim. Que saudades de Salomão!!


Laudicéa

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