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segunda-feira, 4 de abril de 2016

CAMARAGIBE: CMS REALIZA SUA 1ª REUNIÃO ORDINÁRIA DE MARÇO


Na tarde desta segunda-feira (04) o Conselho Municipal de Saúde de Camaragibe realizou sua primeira reunião ordinária de março.

Após a leitura das atas, foi lido um Ofício endereçado ao CMS sobre a falta de atuação da Secretaria de Saúde contra o mosquito da dengue. Foi descrita uma situação de queixa através de telefonema e protocolo sem, no entanto, ter havido um retorno.

Informes:


  • Apesar de propaganda, na prática, Camaragibe não está investindo contra o mosquito da dengue; 


  • Falta de informação oficial ao CMS sobre Seminário de Microcefalia realizada na FOP;


  • Foi informado na reunião passada que o Mercado de Camaragibe seria inaugurado no dia 04, porém hoje foi dito que o Mercado será inaugurado na próxima semana;


  • Foi informada a falta de vacina para cães e gatos. Segundo relato, a quantia foi estimada baseada no pedido do ano anterior e por isso, insuficiente;


  • No dia 08 de abril será comemorado o dia do ACS no Clube dos Oficiais da PM em Aldeia;


  • Ausência de resposta sobre a queixa da falta de funcionamento das máquinas dos micro-ônibus para os estudantes utilizarem o cartão VEM; 


  • Não houve resposta aos requerimentos das ACS para o enquadramento do PCCV. Foi solicitada a intervenção do CMS, tendo em vista o SUS tratar da valorização dos profissionais de Saúde;


  • Saiu o parecer da PROGEM sobre o incentivo de fim de ano das Agentes de Saúde. E, claro, foi desfavorável. Seria surpreendente para os trabalhadores de Camaragibe se fosse diferente, tendo em vista que nessa cidade só se perde!


  • Falta de sensibilidade e contradição no trato com os funcionários. Comenta-se que por ocasião da morte de um médico, foi liberada uma pediatra para o velório. Na morte de um enfermeiro, esta semana, foi negado o revezamento de técnicos para a despedida do colega, sob alegação de não constar esse direito no Estatuto.


  • Foi informado que voltaram as atividades físicas na praça. Isto, porém, é política. Os instrutores ficam dizendo que se o atual prefeito ganhar, a ação continuará.


  • Foi solicitado ao CMS que este exija do FMS o valor individual de cada refeição e sobremesa oferecida nos Serviços de emergência do município. Comenta-se que o prato principal custa R$17 e a sobremesa R$6, no entanto, a qualidade não condiz com o valor pago ao Du’ Chef;


  • Foi solicitado que o FMS responda por escrito sobre a rescisão do contrato com a FOP, além de justificativa sobre a falta de pagamento aos prestadores. Em especial ao LACAM, que está prestes a fechar por dificuldades e, uma delas, por falta de repasse da prefeitura 


  • Foi solicitada cópia da licitação do CEO, RADICLIM, LACAM, UPA e outros, além do processo de devolução da verba do Centro de Zoonoses.

Denúncias:


  • Queixa de transtorno gástrico dos profissionais que participaram da Campanha de Vacina neste final de semana. A alimentação servida pela Du’ Chef veio estragada, em pouca quantidade, e com aspecto de velha; 


  • Falta de vacina DT, Antirrábica, além de Benzetacil, dentre outros medicamentos;


  • Informou-se de uma rua sendo fechada com tijolos, telhas e sofá. Foram pedidas providências à prefeitura e nenhuma providência foi tomada


  • Continua faltando fichas para notificar dengue e chikungunya, além de fichas para atendimento básico das Agentes de Saúde. Elas se queixam desde o ano passado da falta de insumos para trabalhar.


  • Novamente não foi marcado RX para pacientes de Tuberculose e comunicantes. Foi exigido que as ACS tragam o encaminhamento dos pacientes e isso não justifica a não marcação de exames tão necessários para o acompanhamento desses casos


  • Na reunião passada foi dito que o carro do SESC atenderia sob livre demanda. Houve, inclusive, circulação de um carro de som reforçando essa informação. No entanto, as pacientes vão e voltam sem o atendimento e chegam reclamando nas Unidades de Saúde às ACS. Dizem que, no Cemec, onde se encontra o carro do SESC, o atendimento se dá com encaminhamento;


  • O CAPS não está buscando os pacientes por falta de transporte;


  • Será devolvida a verba do Centro de Zoonoses, após 13 anos sem que se concluísse a ação. Questiona-se a “crise” de Camaragibe, tendo em vista que se está devolvendo verba;


  • A Unidade de Céu Azul está com atendimento prejudicado por conta das obras paralisadas. Após muitas queixas sem solução, a comunidade de Céu Azul resolveu fazer um mutirão para limpeza do lixo, mato e fossa, que escorre na rua. Queixam-se ainda da falta de iluminação


  • Nova queixa da alimentação servida pela Du’ Chef nas Emergências do município. Segundo relato, na semana passada não veio o desjejum. No almoço serviram purê de banana e a sobremesa, por vezes, é uma paçoca – que custa R$ 0,08 centavos em grosso.


  • A maior e a mais repetitiva queixa no Conselho de Saúde é da falta de resposta e soluções da Gestão, sem contar as ausências do Seguimento Gestor nas reuniões, contrariando o regimento Interno do órgão.







Só sei que foi assim!

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