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segunda-feira, 24 de julho de 2017

CAMARAGIBE: CMS REALIZA SUA SEGUNDA REUNIÃO ORDINÁRIA DO MÊS DE JULHO



Nesta segunda-feira (26), o Conselho Municipal de Saúde de Camaragibe realizou sua segunda reunião ordinária, às 14 horas, no auditório Irene Francisco Rodrigues, em sua sede.


O coordenador do CMS, professor José Arnaldo, abriu a reunião informando do evento sobre o PET-Saúde realizado na Universidade Federal no último dia 22, com a participação ativa das prefeituras de Jaboatão e Camaragibe. Parabenizou Socorro, Vânia Casé, além de profissionais da Educação que se fizeram presentes no evento.




Eduardo, Secretário Executivo do CMS, cobra o Termo de Referência, pois a Conferência se aproxima e é preciso que se conclua esse processo que há dois meses se espera. Cobra o Organograma da Saúde e os preparos para as pré-conferências - divulgação e carro para buscar e levar a comunidade -, além do pagamento para deslocamento dos conselheiros que é garantido por lei e está em dívida desde maio.

Eduardo lembra que vai precisar de cadeiras para a realização das pré-conferências e a burocracia dificulta o processo que deveria andar de acordo com a lei e não de acordo com a vontade própria de quem quer que seja. Lembra que falta marcar a posse do Conselho para o mandato de 2017/2019.

Solicita ainda ao Secretário Adjunto da Saúde, Leonardo Teles, que conserte o vazamento do cano de água que está quebrado há muito tempo. "Além disso existem  goteiras, o problema do banheiro que o coqueiro do vizinho - casa onde funciona a SES - quebrou o teto. Diz que temos uma caixa de 2 mil litros e outra de 500 e estamos sem água. Diz que a Compesa cobrou uma conta no valor de R$ 1.300 por conta do vazamento. Por isso, Eduardo lembra da necessidade da autonomia do Conselho, para que o Órgão possa suprir essas deficiências, sem incomodar a Secretaria.

Após a leitura da ata do dia 15 de maio foram iniciados, os Informes e as denúncias.







Informes e denúncias:


  • Falta de esturuta do Conselho Municipal de Saúde,
  • Falta de médicos;
  • Falta de autorização para realizar exames;
  • Falta de medicação;
  • Falta de profissionais ACS nas áreas por anos;
  • Falta de condições de trabalho nas emergências e Unidades de Saúde;
  • Acúmulo de lixo nas ruas de alguns bairros;
  • Falta de recursos humanos no Conselho de Saúde como: Auxiliar administrativo, auxiliar de serviços gerias e auxiliar da Secretaria Executiva, além da falta do automóvel que facilitaria o serviço de monitoração das Ações e Metas;

Dentre outros.

Por se repetir a queixa da falta de agentes de saúde nas áreas por comunitários durante a reunião, numa área em que mais de 30 mil munícipes ficam sem  atendimento por mês, o Conselho informou que já fez sua parte: "Já foi encaminhada a demanda aos Órgãos Fiscalizadores Estadual/Federal. Resta aguardar que algum responda. Nossa parte foi feita!", disse a presidente da Comissão de Finanças do CMS.

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