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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PERNAMBUCO ENSINA COMO SAIR DA ‘CRISE’



A grande diferença de época se pode notar nos dias de hoje com facilidade, pois até o dito popular ‘o crime não compensa’, hoje ironizado, na prática, tem outro significado. A criminalidade e a postura inadequada têm sido encaradas como “louros” para os políticos brasileiros. É o “vale quanto pesa”. Quem mais erra, na lógica, tem prática no ‘jeitinho’ brasileiro.

Não se sabe se esse é o caso, mas no momento, considerado de crise, o governador do estado Paulo Câmara, ensina como resolvê-la aumentando as despesas e aproveitando três ex-prefeitos que não se reelegeram ou estão respondendo de alguma forma à justiça para, em momento de crise, como uma mão que lava a outra, amparar em suas ‘asas’, com cargos que não custam pouco para os cofres públicos. Com certeza já se considera mais um apoio para as próximas eleições que, dessa vez, o não reeleito poderá ser ele.

De Cedro - Josenildo Soares, mais conhecido como “Neguinho de Zé Arlindo”, é investigado pela Procuradoria Regional Eleitoral por ‘distribuir dinheiro em via pública para a população’ na festa do milho em 2016.

De Verdejantes – Péricles Alves, que teve seu registro negado pela justiça eleitoral em 2012, mas ficou no cargo através de recurso e não conseguiu se reeleger.

De Chã Grande – Daniel Alves que teve contas rejeitadas pelo TCE e divulgadas em 2016. Mesmo assim, o mesmo conseguiu concorrer, mas não ganhou as eleições.

Essa é mais uma das controvérsias utilizadas pelo governo de Pernambuco em época de crise, evidenciada pela longa lista de cargos em comissão nomeados ao longo de sua Gestão. Só em maio foram nomeados quatro ex-prefeitos.

Em relação às reivindicações trabalhistas, a desculpa do governo é a da dificuldade financeira, porém não existe crise para inchar a máquina pública com excesso de futuros cabos eleitorais.

Aliar-se ao governo tornou-se um bom negócio, mesmo para quem está com pendências na lista do Tribunal de Contas: o cargo já foi garantido. “Isso mostra bem o critério usado nas nomeações”, disse o deputado Álvaro Porto PSD.

As nomeações se tornaram assunto polêmico na assembleia.


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