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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Sistema de abastecimento de Porto de Galinhas já está operando com 'bomba anfíbia'


Medida evita que a distribuição de água seja suspensa quando ocorrer inundações na unidade de captação durante o inverno


Fotos: divulgação/Compesa
A Companhia Pernambucana de Saneamento - Compesa realizou uma verdadeira ‘força-tarefa’ para concluir a instalação da primeira 'bomba anfíbia' na Estação Elevatória de Porto de Galinhas (sistema de bombeamento). Para acessar a unidade e instalar a nova bomba, a companhia mobilizou 20 profissionais e duas retroescavadeiras, que tornaram possível transportar os equipamentos e as ferramentas para execução do serviço, atravessando uma estrada de lama que, hoje, não permite acesso para veículos. "As equipes técnicas se deslocaram a pé, andaram cerca de cinco quilômetros até a nossa unidade, e todo material e peças foram levados pelas retroescavadeiras. Foi um esforço inevitável, uma verdadeira operação de guerra", relata a diretora Regional Metropolitana da Compesa, Simone Albuquerque, informando que o serviço ainda incluiu adequações no sistema de bombeamento e na estrutura da unidade.

Fotos: divulgação/Compesa
O novo equipamento, um conjunto de bombeamento especial com capacidade para operar até debaixo d'água, é a solução definitiva para garantir a distribuição de água nas praias de Porto de Galinhas, Muro Alto e Maracaípe, no Litoral Sul de Pernambuco, mesmo quando houver as inundações provocadas pelo alto nível do Rio Arimbi - que costuma ocorrer, todos os anos, durante o período de chuvas. Agora, o sistema está operando com dois conjuntos de motorbomba, um convencional (centrífuga) e um anfíbio, fornecendo uma vazão de 43 litros de água, por segundo, para atender a população das praias. O abastecimento nas localidades, no entanto, ainda está sendo regularizado em função de um grande estouramento ocorrido na adutora que transporta água até a Estação de Tratamento de Água (ETA) Porto de Galinhas, logo após a instalação da nova bomba.

Fotos: divulgação/Compesa
A companhia ainda vai instalar um segundo conjunto de bombeamento que também opera em condição submersa - e servirá como equipamento reserva - assim que a estrada voltar a ter acesso para veículos. A Compesa investiu R$ 300 mil só para comprar os dois conjuntos de bombeamento especiais, que possuem a mesma capacidade de operação dos equipamentos antigos.

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